#orixas
Salve todos os Orixás!!!
January 22, 2026 at 7:41 AM
4 de 7 dias de camarinha no terreiro cumpridos com sucesso 🙏🏿🌿

sexta agora é a entrega das comidas dos Orixás e sábado a saída de camarinha das filhas de Iemanjá ✨🙏🏿
January 22, 2026 at 2:37 AM
mas de fato sim, e a tradição que eu sigo é um exemplo disso.

eu sou do Candomblé Angola. Na minha casa cultuamos nkisis (que são bantus, portanto, dentro da Nação Angola) e orixás (que são do povo iorubá).

também cultuamos alguns vodus, que são do pessoal do Daomé (atual Benin).
January 21, 2026 at 5:22 PM
Cantando e sim uma máquina, deixa de ser real, o ponto não é uma música, é sentimento, ligação, conexão com os orixás. É desrespeitoso não só com as pessoas da religião e a religião em si, é desrespeitoso com as próprias entidades, deixa de ser algo real e sentimental e vira simplesmente nada
January 21, 2026 at 2:17 PM
Mal comparando, é como alguém que atribui a um diagnóstico a "razão" de atitudes que nada tem a ver com a situação diagnosticada. Ou a seus Orixás (não, não sou tolo a ponto de considerar que signos e Orixás são equivalentes, mas não é raro ver quem tem esse tipo postura achar que são e fazer isso).
January 21, 2026 at 2:15 PM
A cantora baiana Majur mostra o álbum batizado de “Gira mundo”, que tem 16 temas compostos em iorubá para saudar os orixás. cd.leg.br/ZkDQiw-eeh

#radiocriolina #radiodacidadania
January 21, 2026 at 12:41 PM
"Os policiais evangélicos, as crianças e os orixás nas escolas".
Os policiais evangélicos, as crianças e os orixás nas escolas
Opinião: “É fundamental abordar e valorizar as religiões afro-brasileiras na escola”.
open.substack.com
January 21, 2026 at 8:07 AM
napaula do bbb já tinha usado moletom de machados cruzados, agora vi que numa dinâmica de barraco lá ela tava com um colar com símbolo dos orixás, claaaaro que ela é do babado
January 21, 2026 at 2:32 AM
tweetando isso aqui pq ele nao vai ver ele é a melhor coisa que já me aconteceu eu nunca pensei que uma pessoa fosse ser tão boa pra mim a ponto de q meus orixás deixam ele cada vez mais perto ao invés de afastar. viver com ele é gostoso demais ele não só -literal- é o único q me faz rir quando eu
January 21, 2026 at 1:42 AM
Gosto mto de ler sobre o jeje! Mas não sei muita coisa

Não sabia que os Voduns e os Orixás compartilhavam as mesmas quizilas
January 20, 2026 at 10:34 PM
mas tudo é por um bom motivo e a ansiedade chegando e pedindo pra tudo que é santos e orixás eu conseguir pelo ou menos usar e conseguir sair feliz daquele site.
January 20, 2026 at 1:07 PM
eu sou macumbeira junior, né? ainda tenho muito oq estudar, muito oq aprender, não conheço meus guias e ainda estou aprendendo os orixás

mas tem umas coisinhas que mesmo gente como eu que não entende nada de nada, sabe

e oq eu sempre soube é que Oxossi, oke aro meu pai, e hoje é a festa dele 💚🏹
January 20, 2026 at 12:47 PM
Ando com dente de alho, uma figa e um bom patuá mas é bom e não pode faltar, a proteção dos orixás
January 19, 2026 at 11:22 PM
Orixás vivos que nasceram no mesmo dia
January 19, 2026 at 3:04 PM
Allah e o Deus cristão já estão do meu lado, agr só falta buscar os orixás com minha prima e eu farmo deidades suficientes pra me apoiar no sisu
alguém aí pode fazer uma oração, macumba, sei lá, pedir à uma estrela, pra minha nota dar pra passar em ciências da computação na federal pls
January 19, 2026 at 2:12 PM
Notícia da @oglobo.globo.com

"Dos devocionais à ficção, orixás atraem leitores e editoras apostam em obras que agradam religiosos e fãs de mitologia"

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Dos devocionais à ficção, orixás atraem leitores e editoras apostam em obras que agradam religiosos e fãs de mitologia
Orunmilá (ou Ifá) é o orixá da adivinhação, o senhor do oráculo, que sabe tudo o que já aconteceu e o que ainda está por vir. Três princesas se apaixonaram por ele: Discórdia, Riqueza e Paciência. Depois de muito refletir, Orunmilá escolheu a gentil Paciência, que lhe ajudou a tomar decisões sábias, resolver conflitos com serenidade e construir um reino próspero e feliz. A história de Orunmilá e Paciência é contada na reflexão de hoje de “Café da manhã com os orixás”, devocional escrita pelo sacerdote e doutor em ciências da religião João Tokunbó Carneiro. O que ler em 2026: Confira os lançamentos mais aguardados do ano Veja vídeo: Repórter do GLOBO indica obra de Georges Simenon, mestre da literatura policial A fórmula é a mesma de outros devocionais, como o best-seller “Café com Deus pai”: para cada dia do ano, há uma reflexão inspirada em um texto sagrado. A diferença é que o livro do pastor Junior Rostirola se baseia em passagens bíblicas e “Café da manhã com os orixás” propõe reflexões a partir das narrativas das religiões afro-brasileiras. Ilustração do livro "Orixás: os deuses que habitam em nós", de Reginaldo Prandi Pedro Rafael A mensagem deste domingo sugere ao leitor cultivar a paciência para agir sabedoria e controlar a influência da riqueza e da discórdia em sua vida. A lição de terça-feira passada, dia 13, contou a história de Logum Edé, a única entidade que transita entre o masculino e o feminino, e propôs uma meditação sobre harmonia e aceitação das diferenças e a própria “dualidade e complexidade”. Já o texto de 6 de setembro, Dia do Sexo, convida a pensar sobre a relação entre sexualidade e realização pessoal a partir de um mito que narra como Oxaguiã restaurou os órgãos sexuais do irmão e da cunhada (ele mesmo havia castrado os dois). Sócia da editora Pallas, Cristina Warth gostou de uma descrição da obra feita por uma leitora nas redes sociais: “Devocional para macumbeiro.” Publicado no fim do ano passado, “Café da manhã com os orixás” vendeu três mil cópias em menos de um mês. Os livros do ano: Confira 100 títulos que foram destaque em 2025, entre ficção, não ficção, poesia e quadrinhos O sucesso atesta o interesse crescente do público por livros sobre as religiosidades afro-brasileiras, desde títulos destinados a leitores em busca de conexão com o sagrado, como “Café com Exu” (Academia), de Rubens Oliveira, até obras que transitam entre a espiritualidade e a pesquisa acadêmica, como “Mitos yorubás” e outros trabalhos do historiador e ogã (sacerdote do candomblé) José Beniste, que vêm sendo reeditados pela Record. “Ewé: o uso das plantas na sociedade iorubá”, de Pierre Fatumbi Verger (Companhia das Letras) também acaba de voltar às livrarias, e ainda este ano sai um inédito do antropólogo francês: um volume bilíngue, em português e iorubá, que reúne histórias de orixás ouvidas de quatro babalaôs na Nigéria. Até a ficção tem incorporado os orixás. “Fernão e a epopeia da Coluna dos Pretos”, de Edison Reis, resgata a participação da população negra na Guerra do Paraguai (1864-1870). Na trama inventada por Reis, o ditador paraguaio Solano López acha que sua decisão de invadir o Brasil teve inspiração na ideologia expansionista de Napoleão Bonaparte. Mal sabia ele que fora Exu, o orixá do movimento, da comunicação e das transformações, quem lhe soprara a ideia. Não à toa, na noite em que ordena a ofensiva militar, o paraguaio sonha com uma encruzilhada. Ilustração do livro "Orixás: os deuses que habitam em nós", de Reginaldo Prandi Pedro Rafael O objetivo de Exu era trazer Ogum, o orixá protetor dos soldados, de volta de seu exílio, que já durava três mil anos. O prólogo do livro recorda um mito em que Ogum decide se resguardar após reagir com extrema violência ao que entendeu como uma falta de reverência dos homens à sua autoridade. Mas Exu sabe que Ogum não resiste a uma guerra. Ainda mais a uma guerra que fortaleceria o movimento abolicionista e contribuiria para o fim da escravidão no Brasil. Fernão, o herói do título, é filho de uma cozinheira da família imperial. Ele foge da corte ainda menino depois de acidentalmente machucar o príncipe herdeiro, o futuro Dom Pedro II. Acaba vendido como escravizado e vai parar nas Minas Gerais. Impetuoso e trabalhador como Ogum, ele se rebela, se vinga de capitães do mato e vira líder de um quilombo. Quando Exu o convoca para liderar a Coluna dos Pretos no campo de batalha, Fernão já está mais velho e cansado, só pensa em cuidar de sua roça. Mas não perdeu a força e sabe que ordem de Exu não se discute. “Faço tudo o que Exu mandar”, ele responde. Reis não é religioso e inicialmente não pretendia incluir questões espirituais no livro. — Estudando o conflito descobri os Zuavos Baianos, um destacamento de soldados negros, voluntários da Guerra do Paraguai, que eram devotos de Ogum. Antes disso, eu não imaginava que os orixás iam entrar na história — conta o autor, que aprendeu que “nenhuma porta se abre se não for da vontade de Exu”. — As histórias do panteão afro-brasileiro são uma grande fonte de inspiração, oferecem uma filosofia e ensinamentos morais. É uma tradição rica e negligenciada. Acredito que se os orixás aparecessem tanto na mídia quanto as mitologias grega e nórdica, por exemplo, o preconceito contra as religiões afro-brasileiras diminuiria. Ilustração do livro "Oxossi", de Vagner Gonçalves da Silva e José Pedro da Silva Neto Luciana Justiniani O próximo romance de Reis pretende resgatar a histórias dos soldados negros que participaram da Revolução Farroupilha (1835-1845). Ele avisa que Exu e Ogum já foram escalados para a história. Ogum é o orixá da metalurgia e da guerra, corajoso e impulsivo. Em “Orixás: os deuses que habitam em nós”, novo livro do sociólogo Reginaldo Prandi, surge um Ogum introspectivo, cuja “busca incessante por conquistas pode levar à solidão”. A obra tem 18 capítulos, cada um dedicado a uma entidade e dividido em três partes: a primeira narra o mito, a segunda descreve as relações entre as entidades e os seres humanos segundo a tradição, e a terceira apresenta um retrato mais subjetivo do orixá, reflexo da relação pessoal que se estabelece entre ele e seus filhos. É nessa terceira parte que dá as caras esse Ogum mais sentimental. — Ogum é sempre retratado com um orixá forte, um rei guerreiro e sanguinário, o protótipo do macho vencedor. Mas ele também é doce e amoroso. É conquistador e poderoso, mas também é apaixonado. Essas qualidades mais humanas e sensíveis se revelam na interação com as pessoas — diz Prandi, professor da Universidade de São Paulo que escreveu o livro “para quem crê e para quem não crê”. Filho de Oxaguiã, Prandi transita há décadas entre terreiros e a universidade e é um dos responsáveis pela expansão da literatura sobre religiões afro-brasileiras no país. É autor de “Mitologia dos orixás” (Companhia das Letras), compêndio de histórias dos deuses africanos lançado em 2000 que se tornou clássico e acaba de ser reeditado, de obras para crianças (ele está preparando uma “Pequena mitologia dos orixás”) e do romance policial “Morte nos búzios”. No ano passado, também publicou “Brasil africano: orixás, sacerdotes e seguidores” (Pallas). A proliferação de títulos sobre as tradições afro-brasileiras, diz ele, reflete tanto o aumento das pesquisas acadêmicas sobre o tema quanto o interesse de diversos públicos (de religiosos a aficionados por mitologia) pelas culturas africanas. O aumento da parcela da população praticante de religiões afro-brasileiras, que passou de 0,3% para 1% segundo o último Censo, também é apontado como uma das causas do sucesso dos livros sobre orixás. — Hoje há menos estigma, mais pessoas estão assumindo publicamente sua filiação a religiões de matriz africana e não têm vergonha de falar de sua fé nas redes sociais. É um movimento social que explica a busca por esses títulos nas livrarias — afirma Felipe Brandão, diretor editorial da Planeta. Na avaliação dele, trata-se de um nicho em expansão e, para fisgar os consumidores, vale a pena apostar em edições bem cuidadas e títulos que chamem a atenção, como “Exu do ouro: consciência próspera”, de Rodrigo Queiroz, que já vendeu 12 mil cópias. No selo de espiritualidade da Planeta, o Academia, livros sobre as tradições afro-brasileiras já vendem mais que os budistas. “Ervas e Benzimentos” (45 mil exemplares vendidos), de Fábio Dantas, e “O Exu que habita em mim” (20 mil), de Vagner Òkè, são respectivamente o quarto e o quinto maiores best-sellers do selo. Cristina Warth, da Pallas, lembra-se de quando esses títulos eram vendidos em casas de artigos religiosos e ficavam quase escondidos nas livrarias. Desde 2000, a Pallas publica a coleção “Orixás”, livros curtos sobre as principais entidades do panteão afro-brasileiro que, juntos, já venderam 80 mil cópias. No fim do ano passado, saíram os volumes dedicados a Oxóssi e a Ossaim. — A Pallas está há 50 anos no mercado, e antes a gente trabalhava títulos mais utilitários, como livros de receitas, oferendas, que descreviam os trajes dos orixás... Esses livros continuam no catálogo, mas agora percebo que o leitor quer entender o pensamento filosófico das culturas africanas que constituem o Brasil — observa Cristina. Para João Tokunbó Carneiro, autor de “Café da manhã com os orixás”, o que as entidades propõem é justamente isso: uma “filosofia de vida”. — Os orixás ensinam que para ter uma vida feliz nós precisamos de bons amigos, boas histórias. Ou seja: temos que agir com bondade para criar uma rede de afetos e viver a vida de verdade — diz ele, que também é psicanalista junguiano. — Por isso, as reflexões diárias são sobre tudo: emoções, relacionamentos, dinheiro, saúde, política, cultura, espiritualidade. Os orixás não compartimentalizam a felicidade, eles propõem uma filosofia de vida integrada. Serviço: ‘Café da manhã com os orixás’ Autor: João Tokunbó Carneiro. Editora: Pallas. Páginas: 424. Preço: R$ 98. ‘Orixás: os deuses que habitam em nós’ Autor: Reginaldo Prandi. Editora: Companhia das Letras. Páginas: 256. Preço: R$ 79,90. ‘Fernão e a epopeia da Coluna dos Pretos’ Autor: Edison Reis. Editora: Alma. Páginas: 532. Preço: R$ 120.
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January 18, 2026 at 8:00 AM
Uma roda de orixás no espetáculo do Balé Folclórico da Bahia.
January 17, 2026 at 9:53 PM
Maxiane tem seus orixás a favor e quem pode negar? Uns beijaços no Jonas!
January 17, 2026 at 11:13 AM
Eu amo que Maxiane sempre exalta os orixás da fé dela. Foi Exu quando entrou no programa e agora Oxum. Divaaaaaa #BBB26
January 17, 2026 at 4:19 AM
Nesse ano que passou, ao mesmo tempo que me aproximei do (pouco) que já sei e sinto em relação aos Orixás e a cosmologia Iorubá, fiquei mais curioso em aprender sobre cosmologia bantu. Sinto que alguns pensamentos e sentimentos "soltos" que tive foram muito de encontro com ideias que cruzaram comigo
January 17, 2026 at 1:29 AM
Que os guias e os Orixás nos acompanhem ✨️
January 17, 2026 at 1:22 AM
QUERO VER :(
eu vi tantas figuras de orixás lá na praia, fiquei triste pq queria levar
Tinha tantas muito lindas, mas não achei nenhum de Iansã, minha melhor amiga (a Kemi do meu pomba na minha vida) tem ela na frente, queria dar pra ela
Mas já dei tanta coisa de borboleta pra ela q pqpkkkk ai
January 16, 2026 at 7:40 PM
Os Orixás assim pra Ossanha depois que Iansã derrubou da árvore com o vento dela a cabaça que continha todas as folhas poderosas
January 16, 2026 at 6:58 PM
São os orixás da minha conge ❤️
January 16, 2026 at 12:31 PM
A Obá aqui de casa não tem mão na orelha também, não sei onde a conge achou mas acho que regula a imagem com os seus outros orixás. Vou tirar uma foto do nosso congá pra você ver
January 16, 2026 at 11:36 AM