Segundo a IA, quem é o melhor ator da história? Tecnologia aponta nomes que moldaram o cinema mundial; imagens
A inteligência artificial (IA) tem se tornado uma aliada para esclarecer dúvidas sobre praticamente qualquer assunto. E, ao ser questionada sobre quem seria o melhor ator da história, a tecnologia montou uma seleção baseada em critérios como versatilidade, técnica, prêmios, impacto cultural e influência no cinema.
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Uma das plataformas mais populares nesse campo é o ChatGPT, que utiliza modelos de linguagem avançados desenvolvidos pela OpenAI. Para responder às questões dos usuários, a ferramenta reúne informações disponíveis em diversos sites.
O que diz a IA sobre o melhor ator da história
Questionado sobre o tema, o ChatGPT afirmou que “não há uma resposta definitiva para ‘o melhor ator da história’”. Ainda assim, destacou que “existem nomes que aparecem constantemente em qualquer ranking sério devido às suas conquistas na carreira, qualidade de atuação e legado”.
Com isso, a IA apresentou uma lista de artistas frequentemente considerados entre os melhores de todos os tempos.
Marlon Brando: Considerado o ator que redefiniu a atuação no século XX, introduziu nas telas uma naturalidade inédita, marcada por gestos contidos, silêncios e vulnerabilidade. Sua performance em Sindicato de Ladrões (On the Waterfront) trouxe uma humanidade crua que influenciou gerações. Já em O Poderoso Chefão, transformou completamente sua presença física e emocional, criando um personagem icônico. Ganhou dois Oscars de Melhor Ator.
Laurence Olivier: O britânico é visto como a síntese da técnica clássica e da presença magnética. Formado no teatro, tornou-se o maior intérprete shakespeariano do século passado. Sua voz controlada e gestos precisos marcaram adaptações cinematográficas consideradas referências culturais. Também migrou para o cinema dramático mantendo a elegância característica.
Robert De Niro: Conhecido pela dedicação extrema a cada papel, ficou lendário por sua preparação física e psicológica em Touro Indomável. Sua construção profunda de personagens, sempre com observação minuciosa, o consolidou entre os mais respeitados do mundo. As colaborações com Martin Scorsese — como Taxi Driver, Cassino e Os Bons Companheiros — renderam duas estatuetas do Oscar.
Interpretações marcantes que moldaram gerações
Al Pacino: Dono de uma intensidade singular, combina vulnerabilidade com explosões emocionais. Sua construção de Michael Corleone em O Poderoso Chefão é lembrada pela evolução sutil do personagem, do jovem reservado ao líder implacável, sempre com uso preciso da voz e dos silêncios.
Daniel Day-Lewis: Tornou o rigor profissional sua marca. Seu método de imersão total produziu performances de realismo impressionante. O Abraham Lincoln que levou às telas surgiu após meses de estudo vocal e físico. Em Sangue Negro, exibiu intensidade que marcou o cinema contemporâneo. Com três Oscars, é o único ator a conquistar o prêmio de Melhor Ator mais vezes. Sua volta está prevista no filme Anemone, após oito anos de afastamento.
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Jack Nicholson: Ícone de irreverência e ironia, construiu personagens inesquecíveis com sua energia singular. Em Um Estranho no Ninho, explorou temas de liberdade e rebeldia; já em O Iluminado, combinou loucura contida e carisma perturbador, garantindo status de figura lendária.
Denzel Washington: Sua força dramática sustenta cada cena. A presença imponente o destaca tanto em papéis heroicos quanto ambíguos. Em Malcolm X, percorreu da juventude impulsiva à liderança política com ampla gama interpretativa, unindo precisão emocional e magnetismo.
Anthony Hopkins: Sua maestria está no controle da voz, dos gestos e do ritmo dramático. O Hannibal Lecter de O Silêncio dos Inocentes é lembrado pela calma perturbadora. Com sólida formação teatral, domina diálogos complexos e nuances psicológicas, mantendo relevância ao longo de décadas.