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Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP

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Os efeitos na RMSP não são apenas uma questão de precipitação e temperatura, mas de condições preexistentes e extremamente desiguais. O risco hidrológico e geológico maximizam a incapacidade de resiliência. Sendo um problema de moradia e da forma perversa como resolvemos isto
November 28, 2025 at 6:12 PM
O impacto dos fenômenos é absolutamente diferencial. As situações de risco se acumulam:

1. População de menor renda é a mais afetada
2. Sofrem com menor infraestrutura hídrica
3. Estão menos protegidos de enchentes, enxurradas e deslizamentos
November 28, 2025 at 6:12 PM
A crise de abastecimento gerou a redução da pressão da água para evitar perdas no sistema e economizar. Essa medida impede que algumas regiões, especialmente áreas mais altas ou reservatórios em edificações, consigam encher suas caixas d’água, resultando em falta d’água
November 28, 2025 at 6:12 PM
A mudança crucial não é a quantidade total de chuva, mas sua concentração. Mais chuva em menos tempo significa que a água chega em grandes volumes de uma vez só, superando a absorção do solo, gerando inundações e alagamentos. Em contraste, há o aumento do número de dias de seca
November 28, 2025 at 6:12 PM
As mudanças climáticas na RMSP manifestam-se não apenas em enchentes e deslizamentos, mas também no aumento dos períodos de seca. Essa oscilação entre extremos atinge de forma desigual as populações, com as consequências se acumulando sobre quem já tem piores condições de moradia
November 28, 2025 at 6:11 PM
November 25, 2025 at 6:53 PM
Leia o artigo de Paula Freire Santoro e Carolina Heldt D’Almeida e cobre uma regulação efetiva dos seus governantes!
November 19, 2025 at 6:32 PM
As lutas globais de inquilinos (Argentina, Barcelona, Nova York) visam a ampliação do parque imobiliário de longa duração. O debate público brasileiro deve buscar medidas que visem desmercantilizar paulatinamente o aluguel, e não apenas tentar abocanhar os ganhos.
November 19, 2025 at 6:32 PM
A regulação eficaz envolve restrições, indo além dos impostos: (i) quantitativas (limite de dias); (ii) de densidade (limite de unidades por bairro); (iii) qualitativas (segurança, tipo de acomodação). Nova York, por exemplo, permite aluguel temporário apenas com o proprietário no imóvel
November 19, 2025 at 6:31 PM
No Brasil, não definimos que tipo de atividade as plataformas de aluguel desempenham. Elas fazem contratos atípicos, não são nem de locação, nem hospedagem. Essa indefinição regulatória interessa aos envolvidos neste negócio, e a polêmica encobre os impactos urbanos da atividade
November 19, 2025 at 6:31 PM
Não basta cobrar impostos! É preciso compreender os impactos urbanos do aluguel temporário. Cobrar o ISS (Imposto sobre Serviços) – como fizeram alguns municípios brasileiros – é seguir a lógica do “deixar rolar” (laissez-faire), que tira da clandestinidade, mas não regula
November 19, 2025 at 6:31 PM
Há algum tempo as cidades já têm sentido os impactos severos do aluguel de curta temporada: o aumento de preços da terra para comprar ou alugar, a migração de imóveis para curta duração, e o deslocamento involuntário dos moradores que não conseguem mais pagar aluguel nestas áreas
November 19, 2025 at 6:31 PM
Em contraposição às Zonas Azul e Verde, surge o movimento promissor das "Yellow Zones". Ativistas das periferias de Belém buscam discutir como as mudanças climáticas afetam as áreas mais pobres, propondo novos imaginários políticos e territoriais.
November 12, 2025 at 3:10 PM